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	<title>agenciafisl - cobertura independente &#187; texto</title>
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			<title>agenciafisl - cobertura independente</title>
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		<title>agenciafisl citada no Ministério de Cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 17:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>agenciafisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AgênciaFisl no Ministério de Cultura. Leia aqui.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>AgênciaFisl no Ministério de Cultura. Leia <a href="http://www.cultura.gov.br/cultura_viva/?p=673" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>replay&gt; email aberto à agenciafisl.com</title>
		<link>http://www.agenciafisl.com/2009/07/06/replay-email-aberto-a-agenciafisl-com/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 00:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>agenciafisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com autorização do Siedler, que ministrou palestra sobre Arte digital com Pure Data no FISL10, postamos aqui seu relato sobre nossa ação no FISL10:
[abre aspas]
Pessoal da TVOVO e agencia fisl, comentava com a simone da FUNDACINE e outros jornalistas, que otima iniciativa, agilidade, timing e qualidade.
A cobertura foi quase uma participação virtual pra quem nao pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com autorização do Siedler, que ministrou palestra sobre Arte digital com Pure Data no FISL10, postamos aqui seu relato sobre nossa ação no FISL10:</p>
<p>[abre aspas]</p>
<blockquote><p>Pessoal da TVOVO e agencia fisl, comentava com a simone da FUNDACINE e outros jornalistas, que otima iniciativa, agilidade, timing e qualidade.</p>
<p>A cobertura foi quase uma participação virtual pra quem nao pode comparecer.</p>
<p>Foi direta, pesoal e captivante.</p>
<p>abraços e parabens a todos.</p>
<p>ps: uma das atividades que melhor funcionou no FISL.</p></blockquote>
<p>[fecha aspas]</p>
<p>Agradecemos os comentários.<br />
Servem de incentivo para a próxima empreitada !</p>
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		<title>Por un Software libre, no jornal El Argentino</title>
		<link>http://www.agenciafisl.com/2009/06/30/por-un-software-libre-no-jornal-el-argentino/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 01:26:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>agenciafisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reproduzimos aqui, uma nota que foi publicada no jornal El Argentino, do dia 28 de junho. Nota enviada pelo periodista Vladimir di Fiori.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reproduzimos aqui, uma nota que foi publicada no jornal El Argentino, do dia 28 de junho. Nota enviada pelo periodista Vladimir di Fiori.</p>
<p><a href="http://www.agenciafisl.com/wp-content/uploads/2009/06/1.jpg" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-255" title="por un software libre" src="http://www.agenciafisl.com/wp-content/uploads/2009/06/1.jpg" alt="por un software libre" width="504" height="230" /></a></p>
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		</item>
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		<title>hasta luego</title>
		<link>http://www.agenciafisl.com/2009/06/27/hasta-luego/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 23:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>agenciafisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante os últimos quatro dias habitamos a sala de imprensa do FISL
numa proposta conjunta de cobertura independente e colaborativa.
Sete horas de vídeo foram gravadas entre shows e entrevistas,
gigabytes de fotografias e textos na tentativa de entender as
diferentes perspectivas do que é o movimento do Software Livre.
Mais material será digerido e seguiremos postando nos próximos dias.
Por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante os últimos quatro dias habitamos a sala de imprensa do FISL<br />
numa proposta conjunta de cobertura independente e colaborativa.</p>
<p>Sete horas de vídeo foram gravadas entre shows e entrevistas,<br />
gigabytes de fotografias e textos na tentativa de entender as<br />
diferentes perspectivas do que é o movimento do Software Livre.<br />
Mais material será digerido e seguiremos postando nos próximos dias.<br />
Por enquanto, nos despedimos (os que aguentaram até aqui) do aquário de<br />
imprensa do FISL.</p>
<p>valeu tod@s !</p>
<p><em>Equipe fracionada da Agenciafisl</em></p>
<div id="photoImgDiv3666645308" style="width: 502px;"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2606/3666645308_df6361d055.jpg?v=0" alt="final-02 by you." width="500" height="333" /></div>
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		</item>
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		<title>Encontro da rede de Pontos de Cultura no FISL</title>
		<link>http://www.agenciafisl.com/2009/06/27/encontro-da-rede-de-pontos-de-cultura-no-fisl/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 20:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[conferência]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da cultura]]></category>
		<category><![CDATA[pontos de cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje pela manhã aconteceu o encontro da rede de Pontos de Cultura presentes no FISL. Entre os presentes estavam o Pontão FOCU (TV OVO), Pontão Minuano, Pontão Ganesha, Pontão Kuai Tema (Soylocoporti), Ponto quilombo do Sopapo, Fundação Cultura de Curitiba, Pontão Diplô na rede, dentre outros.
O encontro foi bastante interessante e foi regido no sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje pela manhã aconteceu o encontro da rede de Pontos de Cultura presentes no FISL. Entre os presentes estavam o Pontão FOCU (TV OVO), Pontão Minuano, Pontão Ganesha, Pontão Kuai Tema (Soylocoporti), Ponto quilombo do Sopapo, Fundação Cultura de Curitiba, Pontão Diplô na rede, dentre outros.</p>
<p>O encontro foi bastante interessante e foi regido no sistema de desconferência. Os presentes contruíram uma pauta de 10 itens, mas no final das contas, o tempo só alcançou para discutir uma delas: o fortalecimento da rede digital entre Pontos de Cultura.</p>
<div id="attachment_21" class="wp-caption alignleft" style="width: 211px"><a href="http://fisl.soylocoporti.org.br/files/2009/06/3665351589_a9cd364398.jpg"><img class="size-full wp-image-21" src="http://fisl.soylocoporti.org.br/files/2009/06/3665351589_a9cd364398.jpg" alt="Ântonio Martins, consultor do Ministério da Cultura." width="201" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Antônio Martins, consultor do Ministério da Cultura.</p></div>
<p>Neste momento, o consultor do MinC (Ministério da Cultura) e membro da agência Outras Palavras, Antônio Martins, fez uma breve apresentação da proposta do MinC para o fechamento dos elos nesta rede digital de Pontos de Cultura. Para ele, &#8220;existe uma série de ferramentas para promoção e divulgação do conteúdo. Não queremos que o novo site da cultura digital seja mais uma ferramenta dessas, mas na verdade uma agregadora de conteúdos da imensidão de ferramentas já disponíveis&#8221;.</p>
<p>Em seguida, o também consultor do MinC, Zonda Bez, fez uma breve apresentação sobre a importância da inclusão dos membros da rede de Pontos de Cultura nas discussões tanto da Conferência Nacional de Comunicação (em dezembro), quanto na II Conferência Nacional de Cultura (em março). Para ele, &#8220;estamos num momento histórico muito importante. O ano de 2009 é o ano para consolidarmos as transformações que estamos vivenciando na área da cultura, e as conferências são o momento para que se discutam essas ações relacionadas a políticas públicas para essas áreas&#8221;.</p>
<p><strong>Informou Marco Antônio Konopacki (<a href="http://amarelo.soylocoporti.org.br">Amarelo</a>) para Agência FISL.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Direito autoral em debate (Palestra com Richard Stallman)</title>
		<link>http://www.agenciafisl.com/2009/06/25/direito-autoral-em-debate-palestra-com-richard-stallman/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 22:19:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aconteceu agora a tarde no teatro principal da PUCRS o debate Copyright vs Comunity, que teve como apresentador o “pai” do software livre, Richard Stallman. Stallman foi o criado da licença GPL e hoje é o presidente da Free Software Foundation, que mantém a GPL e defende os direitos e liberdade dos usuários de software.
Richard [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://fisl.soylocoporti.org.br/files/2009/06/3660347881_20a9c2b722.jpg"><img title="Auditório lotado para ver o &quot;pai&quot; do software livre, Richard Stallman." src="http://fisl.soylocoporti.org.br/files/2009/06/3660347881_20a9c2b722-230x153.jpg" alt="Auditório lotado para ver o &quot;pai&quot; do software livre, Richard Stallman." width="230" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Auditório lotado para ver o &quot;pai&quot; do software livre, Richard Stallman.</p></div>
<p>Aconteceu agora a tarde no teatro principal da PUCRS o debate Copyright vs Comunity, que teve como apresentador o “pai” do software livre, Richard Stallman. Stallman foi o criado da licença GPL e hoje é o presidente da Free Software Foundation, que mantém a GPL e defende os direitos e liberdade dos usuários de software.</p>
<p>Richard Stallman, começou a sua apresentação fazendo uma comparação dos métodos de reprodução e cópia no passado. Na época da invenção da imprensa, era muito difícil copiar um livro, por exemplo, pois esse trabalho era inteiramente manual e não se conseguia dar capacidade de escala. Devido a essa dificuldade, muitos autores até incentivavam a cópia, pois essa era uma forma de sua idéia atingir o maior número de pessoas possível.</p>
<p>Contudo, com a evolução dos mecanismos de reprodução do conhecimento, também cresceu o interesse dos grandes monópolios detentores destas informações. Segundo Stallman, “a pressão para o aumento do tempo da garantia monopolística do direito do autor, sempre aumentam a serviço dos grandes monópolios”. O autor somente quer difundir sua obra, quem ganha com essa distribuição é que tem o maior interesse nesse formato monopolizador.</p>
<p>Para Richard Stallman, o sonho das grandes multinacionais do conteúdo, é ter um pay-per-view mundial para cada conteúdo acessado. Na verdade, hoje eles tentam fazer isso, quando utilizam da sofisticação dos mecanismos tecnológicos para forçar determinadas situação (ele citou com isso o exemplo do DRM &#8211; Digital Rights Management). Num movimento de contradição, esses conglomerados monopolísticos reagem na mesma proporção aos movimentos que lutam pela liberdade do conhecimento.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 240px"><a href="http://fisl.soylocoporti.org.br/files/2009/06/3661147262_02228b5c48.jpg"><img title="Richard Stallman na sua apresentação. &quot;Você não deve usar um produto que ataque a sua liberdade!&quot;." src="http://fisl.soylocoporti.org.br/files/2009/06/3661147262_02228b5c48-230x153.jpg" alt="Richard Stallman na sua apresentação. &quot;Você não deve usar um produto que ataque a sua liberdade!&quot;." width="230" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Richard Stallman na sua apresentação. &quot;Você não deve usar um produto que ataque a sua liberdade!&quot;.</p></div>
<p>Neste sentido, Stallman aponta que nos Estados Unidos, por exemplo, existem diversas liberdades fundamentais que estão sendo retiradas dos usuários. E o governo dos Estados Unidos, também fazem pressões comerciais para que outros países parceiros comerciais também o façam. Ele ainda cita “felizmente o presidente Lula derrubou o Free Trade Agreement (ALCA) aqui no Brasil. Isso seria muito danoso para as liberdades dos usuários aqui neste país”.</p>
<p>O último direito que as grandes fabricantes tentaram retirar foi o direito a leitura do DVD. As grandes fabricantes fizeram acordos para que implantassem instrumentos de criptografia em seus aparelhos para que só estes pudessem ler os DVDs fabricados por eles. O principal mecanismo e que ainda está em atividade foi o instalado no formato “Blue-ray”. Para isso, Stallman responde que “você não deve usar umproduto que ataque a sua liberdade! Esse deve ser o princípio básico da nossa resistência”.</p>
<p>Richard Stallman ainda cita que todos esses artíficios são coordenados com ações políticas e lobbys dos fabricantes dentro dos governos. “Precisamos resistir a estas políticas”, diz ele. “Governos devem formular leis para restringir o direito autoral e diminuir gradativamente o tempo de exclusividade. Mas o que vemos atualmente é justamente o contrário!”. Para Stallman, o ciclo de vida de um produto imaterial é de geralmente dois anos. A ampliação dos tempos de monopolização do direito autoral só servem às grandes indústriais, que se utilizam disso para restringir o acesso e direitos do próprio autor da obra.</p>
<p>“A cópia cria ligações entre a sociedade. Compartilhar deveria ser legal, pela potencialidade humanizadora que gera!”, reverbera Richard Stallman.</p>
<p>Para concluir, Stallman encaminha algumas ações que os governos deveriam tomar como política de direito autoral. Uma delas, seria ter mecanismos de tributação específica para empresas de telecomunicações, e que estes recursos fossem destinados a fomento e incentivo a cultura nos países em que esse recurso foi gerado. Quanto ao tempo de restrição ao acesso a obra, Richard Stallman afirma que uma boa política de proteção do direito autoral, seria restringir em 10 anos o período de monópolio sobre a obra inteletual, mas garantindo o direito do usuário de distribuir este conteúdo para uso nao comercial. Após esse período de proteção, a obra deveria ser aberta para o uso que fosse, inclusive para sua redistribuição com propostas de modificações, ou não.</p>
<p><strong>Informou Marco Antônio Konopacki (Amarelo) para a agência FISL.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>FMPB põe direito autoral na berlinda</title>
		<link>http://www.agenciafisl.com/2009/06/25/fmpb-poe-direito-autoral-na-berlinda/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 19:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reporterfisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No debate “Controle da Internet” , o Fisl critica, além do software em código fechado, a propriedade intelectual. Mas onde estão as alternativas?
O controle na internet e a lei do direito autoral surgem como debate paralelo no Fisl 10. O Fórum Música para baixar (FMPB) traz, em suas temáticas, o conhecimento livre e compartilhado.  A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>No debate “Controle da Internet” , o Fisl critica, além do software em código fechado, a propriedade intelectual. Mas onde estão as alternativas?</em></p>
<p>O controle na internet e a lei do direito autoral surgem como debate paralelo no Fisl 10. O <em>Fórum <a href="http://musicaparabaixar.org.br" target="_blank">Música para baixar</a></em> (FMPB) traz, em suas temáticas, o conhecimento livre e compartilhado.  A música como obra, não mercadoria.</p>
<p>O MPB articula arte, cultura, tecnologia e comunicação na defesa do compartilhamento e colaboração em rede, visando uma nova relação social e capital da economia da cultura.</p>
<p>O embate entre ter ou não ter o controle e a defesa dos direitos autorais, ter ou não ter uma  mudança da lei que regulamenta os direitos autorais no Brasil revelou que faltam alternativas. O quebra-cabeça continua espalhado.</p>
<p>Diante da revolução do ciberespaço, onde quase tudo é de todos,  a lei de direitos autorais mostra-se inócua e antiquada.  Como controlar o compartilhamento, se o princípio elementar da web é a liberdade &#8211; rede aberta.</p>
<p>A criminalização – Lei Azeredo &#8211; da troca na rede iguala os crimes, levam todos à marginalidade. Tampouco age em defesa das criações artísticas e da garantia da sustentabilidade dos criadores. Configura-se, antes, como uma defesa da mercadoria – do copyright. Envolve um jogo de poderes e interesses, sobretudo, econômicos.</p>
<p>Para o rapper Gog, quem se beneficia com o controle e proibição do conhecimento livre não são os artistas. São as grandes empresas.</p>
<p>Administrado por dez <a href="http://www.ecad.org.br/ViewController/Publico/conteudo.aspx?codigo=21" target="_blank">associações</a> de música, o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (<a href="http://www.ecad.org.br/ViewController/publico/conteudo.aspx?codigo=16" target="_blank">ECAD</a>), por exemplo, arrecada e distribui os direitos autorais provenientes da  execução pública de músicas nacionais e estrangeiras. Usuários comuns que utilizem tais músicas em eventos públicos sem autorização são multados.</p>
<p>Fernando Anitelli, vocalista do grupo Teatro Mágico, que disponibiliza todas as músicas para <a href="http://www.oteatromagico.mus.br/novo/" target="_blank">download</a>, contou que já foi multado por cantar em público suas próprias composições.</p>
<p>Para a representante do ECAD, a instituição age de acordo com a lei de direitos autorais.</p>
<p>Se os tempos mudaram, a regulamentação atual dos direitos autorais – já com 11 anos – deve mudar. O controle é insustentável. E cria, por isso, novas perspectivas. As alternativas permanecem em aberto. Qual função social do direito autoral?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Controle da internet, capitalismo e esquerda</title>
		<link>http://www.agenciafisl.com/2009/06/25/controle-da-internet-capitalismo-e-esquerda/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
				<category><![CDATA[texto]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para Marcelo Branco, coordenador-geral do FISL-10, uma grande disputa pelo sentido do século 21 começou há pouco, com as tentativas de restringir e vigiar o uso da rede. Nesta nova batalha, as grandes empresas estão divididas; e os partidos e sindicatos, sem rumo
Corpo esguio, pele morena, cabelos longos, cacheados e grisalhos, o gaúcho Marcelo Branco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;"><em>Para Marcelo Branco, coordenador-geral do FISL-10, uma grande disputa pelo sentido do século 21 começou há pouco, com as tentativas de restringir e vigiar o uso da rede. Nesta nova batalha, as grandes empresas estão divididas; e os partidos e sindicatos, sem rumo</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Corpo esguio, pele morena, cabelos longos, cacheados e grisalhos, o gaúcho Marcelo Branco é talvez a figura mais procurada para entrevistas nos corredores da PUC-RS, onde se desenvolve o Fórum Internacional do Software Livre (FISL10). Há alguns meses, este personagem carismático, que não tira do pescoço a <em>kaffieh </em>palestina, assumiu a coordenação geral da Associação do Software Livre (ASL), a ONG que organiza o evento. Mais um ponto na trilha de quem foi sindicalista e líder da luta contra a privatização da Telebrás (no início dos anos 1990); militou no PT gaúcho, integrou o governo do Estado e ajudou a conceber (há dez anos) o I FISL; mudou-se para a Espanha, colaborou com Manuel Castells e coordenou diversos projetos regionais de implantação de programas de computador abertos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Em 24 de junho, dia da abertura do Fórum, Marcelo reservou quase uma hora para uma conversa pouco convencional com a equipe da Agência FISL. Não tratou dos números do evento, mas do futuro do planeta. Expôs sua visão particular sobre a emergência das redes e da internet; a importância da batalha por mantê-la livre, neutra e sem vigilância; o desconforto que esta disputa entre os grupos sociais e forças políticas que dominaram o cenário no século passado. O áudio da entrevista (55m, em cinco partes), está <a href="../category/audio/"><span style="text-decoration: none;">aqui</span></a>. Veja abaixo os pontos principais:</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;"><strong>Os sentidos da internet</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">A possibilidade de <em>desintermediar </em>as relações sociais pode abrir uma nova etapa civilizatória – mas seu sentido ainda é incerto. Os espaços para a articulação direta entre os seres humanos, sem as condições impostas pelo capital, estão se multiplicando. Há muito tempo falávamos em associações produtivas diretas entre trabalhadores, mas não havia meios tecnológicos para fazê-lo com rapidez e em grande escala. Estes meios são oferecidos agora pela internet: o site da Rede Brasileira de Economia Solidária, por exemplo, permite localizar, comprar ou trocar, após alguns cliques, centenas de itens produzidos por cooperativas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">A desnecessidade do capital aparece de forma ainda mais nítida em setores como a antiga indústria cultural, ou do <em>copyright. </em>Há alguns anos, uma banda de músicos que quisesse tornar-se conhecida <em>precisava </em>dos serviços de uma gravadora para ter acesso a estúdios, prensar discos, levá-los às lojas, fazer publicidade. Hoje, todos estes papéis podem (e são, em muitos casos) realizados pelos próprios músicos – inclusive porque a digitalização afundou os preços dos equipamentos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Porém, sozinhas, estas condições não asseguram o surgimento de uma sociedade melhor. A condição democrática não é algo explícito, ou necessário, na rede. A internet pode ser usada igualmente para controle social – assim como, no século passado, algumas experiências políticas libertadoras degeneraram em Estados policiais. É por isso que na disputa pelos rumos da rede tem enorme importância na própria definição do sentido do século 21. Não por acaso, o tema central do FISL deste ano é “Liberdade. Contra o controle e a vigilância na internet”</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;"><strong>A disputa pelo controle da rede</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Os últimos anos foram marcados por enormes avanços democratizadores. Desde que a internet passou da fase <em>pontocom </em>para a <em>2.0, </em>tem sucesso as iniciativas que promovem o compartilhamento, a desmercantilização, a colaboração. Estamos vivendo o início da época das redes sociais, que multiplica a potência e autonomia dos grupos articulados e capazes de gerar inteligência coletiva.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Há cerca de um ano, no entanto, começou um contra-ataque. Alguns de seus símbolos são a lei de restrição à internet na França (aprovada por proposta e pressão do governo Sarkozy mas derrubada em seguida pelo tribunal constitucional), o processo contra o grupo sueco Pirate Bay, cujo site facilita a troca de arquivos digitalizados e, no Brasil, o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">É um ataque violento e combinado. Nele, estão envolvidos três agentes fundamentais: a) empresas  dominantes em setores onde o capital está se tornando rapidamente obsoleto (como a indústria fonográfica e cinematográfica). Seu poder econômico está minguando, mas conservam enorme capacidade de articulação política e em especial de <em>lobbyng. </em>b) os segmentos dos Estados mais ligados à repressão, controle social e vigilância. São eles que procuram associar troca de arquivos digitais com “terrorismo”. Fato emblemático: a <a href="http://samadeu.blogspot.com/2008/08/conveno-de-budapeste-transforma.html">Convenção de Budapeste</a>, onde se armou a ofensiva desencadeada agora contra a liberdade na rede, foi firmada dois meses após os atentados de 11 de setembro de 2001, num momento político marcado pelo medo. O Brasil <em>não </em>está entre os cerca de 40 países signatários; c) a velha mídia, que ideologicamente não consegue conceber relações sociais pós-capitalistas, e cujos interesses oligopolítisticos são diretamente afetados pela emergência da blogosfera.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;"><strong>Direita e esquerda desconcertadas, diante da desintermediação</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Marcelo orgulha-se de seu passado como sindicalista e militante do PT. “Não espere nada de quem se diz esquerdista arrependido”, diz ele. Considera que, no século passado, os caminhos da transformação social estavam entrelaçados com os da representação política e sindical.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Contudo, destaca uma transição delicada. As novas tecnologias criam condições para desintermediar também as relações políticas. Marcelo não quer fazer projeções para o futuro; mas observa que, hoje, defender uma causa qualquer é uma opção que <em>dispensa </em><span style="text-decoration: none;">adesão a um partido político. Novas redes de mobilização social, em favor de objetivos específicos, vão se multiplicando a cada instante. Ao contrário do que sustenta a crítica conservadora, elas não são apenas </span><em><span style="text-decoration: none;">virtuais. </span></em><span style="text-decoration: none;">Produzem efeitos concretos, dos quais há exemplos abundantes: a campanha contra a lei Azeredo (agora, no Brasil); a derrubada do governo Aznar (em 2004, na Espanha); a denúncia da invasão do Líbano por Israel (em 2006); a avalanche em favor de Barack Obama; a persistente mobilização dos iranianos contra o fundamentalismo do governo Ahminejad.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal; text-decoration: none;">No universo político e sindical da esquerda, muitos resistem a compreender esta transformação. Insistem em intermediar o que se pode fazer autonomamente. Esta resistência conservadora está na origem das críticas endereçadas a novidades políticas como o Fórum Social Mundial – taxado de “anárquico”, “sem rumo” ou “diverso demais” por setores da esquerda.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">O curioso é que as redes provocam desorientação semelhante também no terreno do capital. Grandes empresas (como a Google) nascem e se agigantam num piscar de olhos, porque são sensíveis ao desejo de comunicação e des-hierarquização presente na sociedade. Outras vão se adaptando à mudança (Oracle, Sun, UOL e Itautec estão presentes e atuantes no FISL10). Mas setores como a indústria do <em>copyleft</em> atacam com virulência a nova lógica.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;"><strong>Democratização das Comunicações</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Marcelo está particularmente preocupado com a luta pela democratização da mídia. Teme que oportunidades se percam. Refere-se, no Brasil, à Conferência Nacional de Comunicação (1 a 4 de dezembro).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Ele pensa que duas posturas são ineficazes ou insuficientes<em>. </em>A primeira é denunciar o conteúdo da mídia de massas (como se fosse possível esperar dela profundidade ou posturas democráticas). A segunda é supervalorizar as concessões públicas do espaço radioelétrico, hoje dominadas por alguns grandes grupos, em associação com famílias oligárquicas ou caciques políticos regionais. Estes pontos, de enorme importância no século passado, estão perdendo sentido aceleradamente. Se até os grupos de mídia mais contemporâneos (e em especial o público&#8230;) estão migrando para a internet, que efeito terá, em dez ou quinze anos, redistribuir os canais de rádio ou as estações de TV?</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Marcelo vislumbra uma agenda alternativa. Nela, as batalhas que marcaram a luta pela democracia midiática nas décadas anteriores não desaparecem (“assim como não podemos nos esquecer das propostas anti-feudais, como a reforma agrária”). Mas o centro da disputa migra para a difusão da cultura digital. Livre circulação de conhecimento e bens imateriais na rede. Acesso público e gratuito à internet, em banda larga. Formação conceitual, técnica e tecnológica para uso das novas mídias. Políticas públicas novas, para realidades, demandas e desejos inéditos.</p>
<address style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal; font-weight: normal;">Importante em todo o mundo, incorporar esta pauta seria ainda mais decisivo no Brasil, julga o coordenador-geral da ASL. “Fomos colonizados e subalternos durante todo o período industrial. Mas alguns de nossos traços culturais – entre eles a criatividade, a diversidade e capacidade de comunicação – podem fazer de nós um ator destacado nas lutas pela democracia e igualdade no século 21”, arremata ele. <strong>(Antonio Martins)</strong><br />
</address>
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		<title>Peter Sunde no fisl</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:57:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em coletiva de imprensa realizada ontem no 10 Fórum Internacional Software Livre-fisl10, o sueco co-fundador do site The Pirate Bay(TPB), Peter Sunde, se manifestou em favor da liberdade na internet. Na ocasião Sunde afirmou que com a realização de ações na justiça e criação de leis para vigiar e cortar o acesso de quem faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em coletiva de imprensa realizada ontem no 10 Fórum Internacional Software Livre-fisl10, o sueco co-fundador do site The Pirate Bay(TPB), Peter Sunde, se manifestou em favor da liberdade na internet. Na ocasião Sunde afirmou que com a realização de ações na justiça e criação de leis para vigiar e cortar o acesso de quem faz download, as indústrias de música e de cinema pretendem manter um modelo de negócio que não faz mais sentido nos dias de hoje.</p>
<p>&#8220;Não adianta, as pessoas não vão parar de baixar. Querer ser contra este fato é como querer ilegalizar a cor azul. Por mais que se apague, sempre vai haver algo azul em algum lugar&#8221;, afirmou o sueco.</p>
<p>Apesar de ter sido condenado recentemente por um tribunal sueco a um ano de prisão sob acusação de quebra de direito autoral, Sunde, demonstrou na coletiva não ter deixado de lado sua luta pela liberdade tecnológica e da internet.</p>
<p>&#8220;Se uma obra tem licenças, então ela tem restrições. Sou contra qualquer tipo de restrição. Todo mundo deveria ter o direito de baixar o quanto e o que quiser, seja para qualquer finalidade, comercial ou não. O público já decidiu que não deseja pagar nada pelo conteúdo&#8221;, completou o co-fundador do TPB.</p>
<p>Peter Sunde apresenta hoje no fisl10, às 15 horas, a palestra &#8220;The Pirate Bay uncovered&#8221;, onde aboradará, entre outras questões, temas ligados ao julgamento do portal.</p>
<p>Iniciado ontem, dia 24 de junho, o fisl se estende até o dia 27 de junho e ocorre no Centro de Eventosda PUCRS, em Porto Alegre.</p>
<p>Roberto Kreitchmann, Assessor de imprensa do FISL</p>
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		<title>Agência FISL revela emergência da comunicação compartilhada</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 14:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reporterfisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Textos, vídeos e áudios sobre o FISL produzidos por centenas de sites e blogs estão agregados numa única página web. Iniciativa sugere que blogosfera pode ser alternativa ao declínio das mídia de massa


Os conceitos de colaboração, trabalho em rede e inteligência coletiva, que marcam o universo do software livre, migraram também para a cobertura jornalística [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><em>Textos, vídeos e áudios sobre o FISL produzidos por centenas de sites e blogs estão agregados numa única página web. Iniciativa sugere que blogosfera pode ser alternativa ao declínio das mídia de massa</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">Os conceitos de colaboração, trabalho em rede e inteligência coletiva, que marcam o universo do software livre, migraram também para a cobertura jornalística do 10º FISL. Está no ar, desde a manhã de quarta-feira (24/6), a Agência FISL (<a href="http://www.agenciafisl.com" target="_blank">www.agenciafisl.com</a>). Iniciativa da <strong>TV Ovo</strong> e do blog <strong>Outras Palavras</strong>, ela traz bem mais que o material produzido pelos redatores e repórteres dos dois veículos. Graças a um potente agregador, é possível consultar e acessar, numa única página (<a href="http://fisl.outraspalavras.net" target="_blank">http://fisl.outraspalavras.net</a>) todo o conteúdo (texto, vídeo, áudios e fotos) gerado por mais de 200 sites e blogs inscritos para o evento.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">O sistema foi inteiramente construído em software livre, a partir  do tema <em>One News, </em>desenvolvido pela comunidade <em>WordPress -</em> configurado para receber e publicar instantaneamente, via RSS, centenas de matérias. Um passeio pela página agregadora, feito no final da manhã desta quarta, permite ter noção da enorme diversidade de relatos e pontos de vista que compõem a cobertura compartilhada. É possível encontrar, lado a lado, notícias técnicas (relato de workshop sobre PHP extremo ou o uso de “espelhos” em linguagem Java), histórias pessoais (um “manual de sobrevivência no FISL”) e notas políticas (da campanha pela liberdade da net à memória do “dia em que Brizola domou a Globo” e aos “computadores ecologicamente sustentáveis).</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">O surgimento da Agência FISL ressalta o crescimento da blogosfera e da comunicação compartilhada. Nos últimos anos, os jornais diários e as TVs tem sofrido queda constante de audiência. Em contrapartida, uma parcela cada vez mais ampla da opinião pública passou a acompanhar (e confiar) em blogs, sites e espaços de informação criados no YouTube, Flickr e outras plataformas. A mudança multiplica as opções de escolha e tende a quebrar o oligopólio do que antes era chamado de “grande mídia” – mas isso é apenas parte de uma transformação mais ampla. A emergência da blogosfera permite prever um momento em que a sociedade deixará de ser <em>consumidora </em>de notícias e passará a <em>produzir, </em>ela própria, informação sobre o que é relevante. Nesse instante, o papel de inter<em>media</em>ção exercido pela “imprensa” deixará de fazer sentido.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">Como em todas as mudanças de paradigma, há muitas questões em aberto. De que forma reconstituir na internet, em novas bases, o papel de espaço público antes exercido pela mídia de massas? Como evitar que cada blogueiro se satisfaça com a possibilidade de difundir suas narrativas e idéias, esquecendo-se da <em>comunicação, </em>sem a qual não há consciência e transformação social? A criação de redes de sites e blogs pode ser uma resposta a esta pergunta.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">As coberturas compartilhadas acompanham, há anos, eventos ligados à construção de novas relações sociais. No I Fórum Social Mundial, realizado em 2001, também em Porto Alegre e na PUC-RS, surgiu a Ciranda Internacional de Informação Independente. Numa época em que não havia blogs e os sites eram, em geral, alimentados em linguagem html, ela permitiu, que centenas de jornalistas publicassem em tempo real, graças a um publicador rudimentar com senha compartilhada, seus relatos. A Agências FISL é uma espécie de Ciranda 2.0. “Nosso contribuição é em reunir, num único ambiente, conhecimentos multidisciplinares, saberes e pontos de vista diversos e complementares. Ao fazê-lo, ampliamos as possibilidades de colaboração entre quem participa do FISL e de sua narrativa”, afirma Paulo Henrique Teixeira, colaborador da TV Ovo e integrante da equipe da agência.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">A agregação no sistema é automática: não é necessário nem republicar as matérias, nem inscrever-se. Sites ou blogs que ainda não estejam incluídos na página de agregação, por não terem sido localizados, podem solicitar esta inclusão escrevendo para <a href="mailto:agenciafisl@gmail.com">agenciafisl@gmail.com</a>.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
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<p style="margin-bottom: 0cm; font-style: normal;">
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		<title>Compartilhe suas fotos</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 13:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reporterfisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O seu registro fotográfico do FISL 10 pode ser compartilhado com mais pessoas, basta você querer.  Criamos um usuário para o FISL no Flickr com um grupo onde as pessoas se associam e podem incluir automaticamente suas imagens no  portal www.flickr.com/groups/agenciafisl. Faça parte dessa rede e compartilhe também suas fotos.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O seu registro fotográfico do FISL 10 pode ser compartilhado com mais pessoas, basta você querer.  Criamos um usuário para o FISL no Flickr com um grupo onde as pessoas se associam e podem incluir automaticamente suas imagens no  portal <a href="http://www.flickr.com/groups/agenciafisl" target="_blank">www.flickr.com/groups/agenciafisl</a>. Faça parte dessa rede e compartilhe também suas fotos.</p>
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		<title>O software é livre, o jornalismo também</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reporterfisl</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seus textos, áudios e vídeos sobre o FISL imediatamente publicados num blog que agregará toda a cobertura do evento
Car@ amig@:  Você se credenciou há alguns dias para realizar, como jornalista ou blogueiro, a cobertura do 10º Fórum Internacional de Software Livre &#8211; o FISL. Temos agora uma boa novidade. Todo o material que você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seus textos, áudios e vídeos sobre o FISL imediatamente publicados num blog que agregará toda a cobertura do evento</p>
<p>Car@ amig@:  Você se credenciou há alguns dias para realizar, como jornalista ou blogueiro, a cobertura do 10º Fórum Internacional de Software Livre &#8211; o FISL. Temos agora uma boa novidade. Todo o material que você produzir sobre  o evento poderá ser automaticamente reproduzido, com os devidos créditos, num blog criado especialmente para reunir toda a cobertura jornalística do evento.</p>
<p>O blog, denominado *Agência FISL*, é uma iniciativa conjunta de diversas publicações de mídia livre: os blogs Outras Palavras e Ponto Livre (São Paulo), o site Soy Loco por Ti (Curitiba) e a  TV Ovo (Santa Maria). Está sendo construído na plataforma WordPress, 100% software livre. Terá dois objetivos complementares.</p>
<p>Servirá para que as próprias equipes que o constroem postem seus textos, vídeos e áudios. Mas terá, ao lado disso, áreas dedicadas à publicação de títulos, resumos e links para outras coberturas. Qualquer site ou blog que difunda material sobre o FISL poderá ser agregado. Basta que esteja preparado para gerar RSS (todos os blogs e a maioria dos sites mais recentes está). Para assegurar a inclusão de seus conteúdos, você pode responder a esta mensagem, fornecendo o endereço web de sua iniciativa.</p>
<p>A agregação contribui com o FISL de múltiplas maneiras. Quem quer informação sobre o evento pode encontrar, num mesmo endereço, chamadas para dezenas de matérias, sem necessidade de abrir inúmeros sites. Quem publica textos, áudios e vídeos pode multiplicar sua audiência e repercussão, ao difundir o material junto a outros públicos (para ler o conteúdo completo, é preciso entrar no site de origem, por isso não há perda de leitores).</p>
<p>A agregação permite que os próprios produtores de informação se enxerguem uns aos outros, ampliando as possibilidades de colaboração, durante o evento ou depois dele.  A agregação não exige esforço algum de quem produz conteúdos. As matérias serão incorporadas automaticamente ao blog *Agência FISL*, por RSS. A própria equipe do blog está localizando, no site do FISL e no Google, os sites que farão a cobertura. Sua resposta a esta mensagem ajudará este trabalho.</p>
<p>Como responsáveis por TV Ovo, Soy Loco por Ti, Ponto Livre e Outras Palavras, teremos a maior satisfação de fazer contato com você, desde já ou durante o FISL. Para trocar figurinhas sobre o evento, discutir pautas e matérias, tramar outras ações conjuntas, tomar um café ou uma Polar.</p>
<p>Nossos contatos estão abaixo.  Ótimo trabalho e até breve.</p>
<p>Francelle Cocco TV Ovo (francelle.cocco@gmail.com, 55-9163.2193)</p>
<p>Marco Antonio Konopacki Soy Loco por Ti (amarelo@soylocoporti.org.br, 41-9695.3454)</p>
<p>Rafael Evangelista Ponto Livre (rae@unicamp.org.br)</p>
<p>Antonio Martins Outras Palavras (antoniomartinsbrasil@gmail.com 11-8048.4963)</p>
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